(Con)vivendo com a comida : MasterChef e a produção de afeto midiático
O artigo procura explicar o fenômeno midiático televisual global MasterChef articulando três aspectos macrossociais que possibilitam abordar analiticamente tanto o contexto cultural do momento quando o programa é veiculado (via noção de “estrutura de sentimento” desenvolvida por Raymond Williams) qu...
שמור ב:
| מחבר ראשי: | |
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| מחברים אחרים: | |
| פורמט: | article |
| שפה: | פורטוגזית |
| יצא לאור: |
2019
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| נושאים: | |
| גישה מקוונת: | https://hdl.handle.net/20.500.12008/31762 |
| תגים: |
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| סיכום: | O artigo procura explicar o fenômeno midiático televisual global MasterChef articulando três aspectos macrossociais que possibilitam abordar analiticamente tanto o contexto cultural do momento quando o programa é veiculado (via noção de “estrutura de sentimento” desenvolvida por Raymond Williams) quanto formas alternativas de geração de sentido (através do conceito de “qualidade de sentimento” proposto por Charles Sanders Peirce). Defende-se que o ambiente simulado da cozinha, apresentado na franquia, justifica o uso da noção de “cuidado” (Misha Kavka) relativo tanto à manutenção da vida quanto da apresentação de si, promovendo a produção do efeito de afeto midiático. Exemplos de episódios das edições brasileira, argentina e estadunidense da franquia ilustram o efeito. |
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